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Reduzindo o tamanho do arquivo de logs do SharePoint via Query Analyzer

Esta postagem na verdade é um complemento para esta outra: Arquivo de Logs do SharePoint gigantesco

Aqui mostro uma forma alternativa de chegar na mesma solução (usando o Query Analyzer), o que torna o processo bem mais curto.

Execute cada um dos comandos a seguir, de forma sequencial e individual (Os comandos estão em negrito e o nome da base de dados em itálico. Adicionalmente, após cada comando, coloco a explicação do que ele faz):

USE WSS_Content_5b2a339ee78749d0b48100e45cd22a0c;

Conecta à base de dados que desejo reduzir de tamanho

ALTER DATABASE WSS_Content_5b2a339ee78749d0b48100e45cd22a0c SET RECOVERY SIMPLE;

Configura o modelo de recuperação para SIMPLE

CHECKPOINT;

Comanda um CHECKPOINT para eliminar todas as transações inativas

DBCC SHRINKFILE (WSS_Content_5b2a339ee78749d0b48100e45cd22a0c_LOG, 5);

Comprime o arquivo do log de transações para um tamanho aceitável

ALTER DATABASE WSS_Content_5b2a339ee78749d0b48100e45cd22a0c SET RECOVERY FULL;

Configura o modelo de recuperação de volta para FULL

 

Pronto, é só isso! Apenas quatro comandos, para fazer o mesmo do outro post!

Arquivo de Logs do SharePoint gigantesco

Quem trabalha com SharePoint, com um enfoque de infraestrutura, não apenas de usuário, já deve ter encontrado base de dados do SharePoint onde o arquivo de dados do SQL Server (.mdf) possui um tamanho de alguns poucos MBs ou GBs, mas o arquivo de logs associado (.ldf) possui muitas vezes o tamanho do arquivo de dados, chegando muitas vezes a consumir quase todo o HD da máquina.

A caso mais gritante que encontrei foi numa máquina de cliente um arquivo de dados (.mdf) de 5 GB e um arquivo de logs (.ldf) de 112 GB! A solução empregada nesta máquina será a demonstrada aqui neste post!

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O mais interessante é que este arquivo de logs crescerá até consumir o seu HD inteiro, caso não seja configurado um limite para ele. Quando isso ocorrer os usuários não poderão inserir, atualizar, nem excluir seus registros!

Isto ocorre porque cada alteração (atualização) realizada no seu SharePoint é tratada como uma modificação pelo SQL Server (o que é correto) e portanto escrita no arquivo de logs, para somente depois ser escrita no arquivo de dados. Como o disco estará cheio, não será possível escrever no arquivo de logs, desta forma o SQL Server nem chegará a tentar escrever no arquivo de dados e portanto o seu SharePoint passará a ser apenas para visualização, uma vez que nada poderá ser alterado. Tornando-se inútil em pouco tempo.

Há como evitar isso? Claro, é uma configuração no SQL Server, porém como nem todo usuário de SharePoint entende de SQL Server isso pode se tornar um “elefante branco”. Vou abordar esta configuração em outro post, aqui focarei apenas em como reduzir o tamanho de um arquivo de logs que já esteja gigante.

Comece acessando o banco de dados que possui o arquivo de logs gigantesco e execute os seguintes procedimentos para reduzir o tamanho dele (aqui vou mencionar os procedimentos a serem realizados no modo “visual” (GUI) do SQL Server Management Studio, em outro post coloco como fazer via Query Analyzer, para não tornar este muito extenso.

Bem, então vamos lá:

  • Expanda Databases;

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  • Localize o banco onde deseja reduzir o arquivo de logs, dê um clique com o botão direito do mouse nele e selecione Properties;
  • Acesse a guia Options;
  • Localize a informação sobre o modelo de recuperação (Recovery Model) onde deve estar selecionado Full;
  • Clique no menu dropdown e selecione Simple para o modelo de recuperação;

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  • Clique em OK;
  • Dê um clique com o botão direito do mouse no nome da base de dados e escolha  Tasks –> Shrink –> Files;

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  • No menu ao lado de File type, onde estará escrito Data, selecione Log;

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  • Você pode manter o restante da tela como está, com a opção padrão, que é a liberação do espaço não usada (Release unused space), ou pode selecionar Reorganize pages before releasing unused space e ainda escolher em  Shrink file to o tamanho que deseja deixar o arquivo. Não há necessidade para alterar a opção padrão, então vamos simplesmente clicar em OK (Fique ciente que este procedimento pode levar vários minutos!);
  • Quando estiver concluído, caso deseje, você pode executar o procedimento anterior novamente, para reduzir o tamanho do arquivo de dados também. Para tanto, basta manter a seleção padrão para File type que é Data;
  • O último passo é voltar nas propriedades da base de dados e alterar novamente o modelo de recuperação para Full.

O resultado será algo semelhante à imagem abaixo (repare que eu realizei o procedimento tanto no arquivo de dados, quanto no de logs):

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Problema com o tamanho da base do SQL Server

Realizando a migração de um Sharepoint Services 3.0 para o SharePoint Online do Office 365 verifiquei umas situações interessantes que julguei legal postar aqui para ajudar aos amigos.

Primeiro o SharePoint estava usando o Windows Internal Database para contornar o problema da limitação de tamanho das versões Express do SQL Server. Vale destacar que na época da instalação do SharePoint se utilizava Windows Server 2003 R2 e SQL Server 2005 Express, que possuía a limitação de 4 GB para tamanho da base de dados. Para quem não está acostumado com isso, o Windows Internal Database não possui limitação de tamanho e pode ser utilizado para o SharePoint, o que na época era uma boa solução para quem não desejava gastar.

Maravilha, mas hoje isso cria um problema adicional. Por que? Simples, não é possível migrar um SharePoint Services 3.0 direto para o SharePoint Online, primeiro temos migrar ele para um SharePoint Foundation 2010 ou SharePoint Server 2010 e então dele, podemos migrar para o SharePoint Online.

Até aqui tudo bem, ocorre que quando se instala o SharePoint Server 2010, como standalone, ele instala e configura um SQL Server 2008 Express, que naturalmente possui recursos superiores aos do SQL Server 2005 Express da época em que foi instalado o SharePoint original, porém, possui a mesma limitação de tamanho dos 4 GB, o que inviabilizaria a migração, uma vez que a base já superou este tamanho.

O processo de migração consiste em aplicar todas as atualizações no SharePoint Services 3.0 e no Windows Internal Database e depois realizar um Backup da base de dados do SharePoint (que pode ser feito via linha de comando, ou através do SQL Server Management Studio Express, que eu recomendo, por tornar o processo mais visual, o que facilita para quem não tem muita prática com bancos de dados).

Como a base original estava num sistema antigo, foi utilizado para criar o backup a versão 2005 dele, como pode ser visto abaixo:

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Esta etapa é tranquila, agora vem a hora de levar o arquivo do backup até o equipamento onde temos o SharePoint Server 2010 e realizar a restauração do backup, para a primeira atualização da base de dados, pois é aí mesmo que iniciam os problemas. O problema deles será a demora via conexão de internet, caso os equipamentos estejam em locais onde não seja possível o transporte por meios físicos. O segundo será o tamanho da base, que neste caso era de 5,2 GB!

Na hora de restaurar o backup recebemos a seguinte mensagem:

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Agora, como contornar isso, sem precisar gastar muito? Simples, fazendo o upgrade de edição!

Será necessário desinstalar o SharePoint, instalar o SQL Server 2012 Express e depois reinstalar o SharePoint? Não, o processo é bem mais simples do que isso! Basta Usar o SQL Server Instalation Center dele:

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Apenas tenha atenção para não acessar o SQL Server Instalation Center do SQL Server 2012, senão de nada adiantará. Você pode reparar na tela acima que o mouse está posicionado no correto e o outro está na base da mesma coluna.

Selecione a opção de Maintenance e depois clique em Edition Upgrade:

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No Windows Server 2012 você receberá uma mensagem de erro, basta clicar em Run the program without getting help e seguir o processo.

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São realizadas algumas validações e você precisa apenas mandar continuar, clicando em OK ou Next, conforme o caso (uma vez cada um).

Então você deve definir para qual edição deseja fazer o upgrade. Caso tenha uma chave com os 25 caracteres de uma versão superior, insira ela. Se não tiver apenas selecione Enterprise Evaluation e clique em Next.

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Sim, sua base será considerada de avaliação, mas isso não é problema, pois muito antes de os 180 dias da avaliação expirarem sua migração estará concluída!

Agora aceite o contrato de licença e avance para a tela onde deverá selecionar a instância do SQL Server a passar pela atualização. A identificação é simples, basta ver qual delas possui Express na coluna Edition. Caso tenha mais de uma e não saiba qual delas é a correta, primeiro identifique-a pelo gerenciador do SharePoint 2010. Vale salientar que a seleção é feito pelo nome da instância, no menu acima da tabela de instâncias instaladas, onde aparece escrito SHAREPOINT.

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Pronto, problema de tamanho resolvido e agora você pode seguir com a migração!

Liberando o acesso ao Lync 2013 na rede local


Já vi muita gente tendo dificuldade para fazer o Lync 2013 funcionar em seus ambientes corporativos, especialmente por enfrentar dificuldades para fazer a liberação de portas no firewall, então resolvi escrever este post. Se me perguntarem, mas estas informações já não estão disponíveis no site do TechNet? Claro, estão aqui:



http://technet.microsoft.com/en-us/library/gg398798.aspx



 



Ocorre que algumas pessoas não gostam de ler tanto para obterem suas informações. Então também há esta página:



http://www.lync-solutions.com/Documents/Lync_2013_protocol_poster_v6_7.pdf



 



No site acima o Rui Maximo fez um trabalho simplesmente excelente, mas que também pode assustar a alguns leitores, então resolvi postar de uma forma resumida (sei, até um pouco demais), para quem deseja ir direto ao ponto.



Pois vamos aos cenários então:



  • Conectar o cliente interno ao Lync;


Recurso

Protocolo

Porta

Detecção de presença e mensagens instantâneas

SIP/TLS

5061

Detecção de presença, mensagens instantâneas, áudio e vídeo e conferência Web

HTTPS

443

Solução empresarial de voz

STUN/TCP

443

Áudio, vídeo, conferência web e compartilhamento de aplicativos

SRTP/UDP

49152 – 65535

Áudio, vídeo e conferência web

PSOM/TLS

8057

Solução empresarial de voz

TURN/TCP

448

Solução empresarial de voz

UDP

3478



  • Conectar dois clientes internos via Lync;


Recurso

Protocolo

Porta

Áudio, vídeo, conferência web e compartilhamento de aplicativos

SRTP/UDP

1024 – 65535



  • Cliente interno com Exchange Server para usar Unified Messaging;


Recurso

Protocolo

Porta

Solução empresarial de voz

SRTP/RTCP

60000 – 64000

Bidirecional



  • Cliente interno para soluções de voz.


Recurso

Protocolo

Porta

Solução empresarial de voz

SRTP/RTCP

30000 – 39999


Significado do MAC Address

Você já se perguntou qual a importância do MAC (Media Access Control) de seu equipamento? Já notou que qualquer dispositivo de rede possui um MAC Address (Endereço MAC)?

Pois é, vamos entender o funcionamento dele então. Digamos que você deseja enviar dados para um computador específico, ou receber dados dele, como por exemplo, desejo acessar a um site de internet que esteja hospedado nele.

Você simplesmente digita o URL (Uniform Resource Locator, alguns chamam de Universal Resource Locator, de forma que tornaram-se quase sinônimos), que nada mais é do o endereço do site (ex.: http://www.ositedesejado.com.br).

Então o seu servidor DNS (Domain Name Service), que é o responsável por converter o URL digitado por você, no endereço IP (Internet Protocol, o padrão de comunicação na internet) da máquina destino.

Aqui é importante destacar que em redes de computadores, costumam existir dois endereços IP: o externo, também conhecido por IP Público, que é aquele acessível e possível de ser descoberto pelos servidores DNS e o IP interno, que é válido apenas na rede interna.

Agora imagine que a mensagem é destinada a um equipamento na rede interna. Se eu possuo apenas o IP externo, como faço para chegar até ele? É neste caso que utilizo o endereço MAC da placa de comunicação do equipamento interno, portanto os meus pacotes são enviados contendo o endereço IP do destinatário (que pode ser o próprio equipamento, um roteador, servidor, etc) e o MAC Address do equipamento para o qual a mensagem destina-se.

Ok, mas então como sei o endereço MAC da máquina para a qual desejo enviar a mensagem, por exemplo enviar os dados da página que ela deseja acessar? Na requisição pela página, ou seja, quando eu digitei o URL dela, seguiu no meu pacote de dados, meu endereço IP externo e o meu MAC, desta forma o site já sabe como enviar o pacote de volta.

Certo, mas e se eu desconheço o MAC de meu destinatário? Neste caso você precisará aguardar um post futuro, pois não abordarei este cenário aqui, Smiley triste.

Maravilha, chegamos ao MAC, aquele conjunto de 48 bits, ou 12 caracteres hexadecimais. Mas afinal de contas, o que eles representam?

Os primeiros 24 bits, ou seja, os primeiros 6 caracteres hexadecimais, indicam a OUI (Organization Unique Identifier), em outras palavras, o fabricante de seu dispositivo. Por exemplo: 00:60:2F = Cisco ou 00:23:CD = TP Link.

Os 24 bits finais, ou seja, os 6 últimos caracteres indicam o que foi atribuído àquela placa específica, pelo seu fabricante, são o verdadeiro MAC exclusivo daquela placa, a parte única do seu NIC (Network Interface Card). É exatamente por isso que você pode encontrar diversos dispositivos com os seus primeiros caracteres iguais. Basta que tenham sido fabricados pela mesma empresa.

Adicionalmente, em comunicações, depois de enviar o MAC do remetente e o MAC do destinatário, é enviado mais um conjunto de quatro caracteres, indicando o protocolo usado (Ether Type), que atualmente pode ser IPv4 ou IPv6. Para IPv4 usamos 08:00, enquanto que para IPv6 usamos 86:DD.

Um exemplo de MAC reader então seria:

80:00:20:7A:3F:3G 80:00:20:20:3A:AF 08:00 Seguido dos dados e do CRC Checksum.

No Brasil, alguns provedores de internet estão bloqueando o acesso de quem utiliza roteadores conectados diretamente aos seus modems, com o intuito de cobrarem um adicional por este uso. Como eles conseguem identificar estes roteadores? Através do endereço MAC deles!

Você deseja identificar o fabricante de um equipamento a partir do endereço MAC dele? Simplesmente informe o MAC em: http://coffer.com/mac_find/

Como posso evitar esta identificação indesejada? Simplesmente clonando o MAC de seu computador, no roteador.

Sim, esta é uma solução simples, até simplória para este problema, mas na maioria dos casos funciona!

Parâmetros de linha de comando na conexão remota

Você que está acostumado a usar conexões remotas, sabia que pode usar alguns parâmetros de linha de comando nela?

Não, pois aqui vou falar sobre eles.

Para começar, você sabia que a partir do Windows 7 pode iniciar uma conexão remota a partir da caixa de pesquisa, da caixa de diálogo executar ou da linha comando?

Pois é, justamente nestes casos é que fica ainda mais interessante conhecer estes parâmetros, ainda que eles continuem válidos para quem inicia a conexão remota sempre a partir do menu iniciar. Adicionalmente o uso indevido deles pode causar resultados indesejados, se não soubermos usá-los de forma correta.

Mas, passemos aos parâmetros:

A forma que julgo mais prática para usá-los é a seguinte:

  1. Clique no botão Iniciar Picture of the Start button, então selecione Todos os Programas, aponte para Acessórios e então clique em Executar;

    • Ok, tem uma forma mais fácil de fazer isso. Clique na tecla do Windows Picture of the Start button e sem soltá-la pressione a tecla R

  2. Na caixa de diálogo Abrir, digite mstsc.

Portanto a forma de escrever (sintaxe) o comando, com os parâmetros, é a seguinte:

mstsc [<arquivo de conexão>] [/v:<servidor[:porta]>] [/admin] [/f[de fullscreen]] [/w:<largura>] [/h:<altura>] [/public] | [/span] [/edit "arquivo de conexão"] [/migrate] [/?]

 

/v:servidor:1111 Especifica a qual computador remoto desejamos nos conectar e indica a porta que deve ser usada para isto. Neste exemplo, a porta 1111.
/admin Como o nome sugeri, este parâmetro é usado por administradores remotos.
Se a funcionalidade de gerenciador de conexões remotas estiver ativa, após o comando mstsc /admin, ocorrerá o seguinte (para a conexão realizada com o uso do parâmetro):
– Desabilita o serviço de licenciamento de clientes de conexão remota;
- Desabilita o redirecionamento de fuso horário;
- Desabilita o redirecionamento do RD Connection Broker;
- Desabilita o Easy Print da conexão remota.
Caso o servidor seja um Windows Server 2008 R2, ainda teremos os seguintes resultados.
- Desabilita o redirecionamento de dispositivos Plug & Play;
- Altera o tema da área de trabalho para o Windows Classic.
/f Inicia a conexão remota no modo de tela cheia
/w:1024 Especifica a largura da janela para  a conexão remota. Neste exemplo, 1024 pixels.
/h:768 Especifica a altura da janela para  a conexão remota. Neste exemplo, 768 pixels.
/public Executa a área de trabalho remota no modo público.
/span Iguala a largura e alturas da área remota com o desktop virtual local, distribuindo entre múltiplos monitores, se necessário. Para que seja possível distribuir entre múltiplos monitores, é necessário que eles estejam dispostos como um retângulo.
/multimon Configura o layout da sessão remota para ser idêntico à configuração do computador cliente.
/edit “arquivo de conexão” Abre para edição, o arquivo de conexão (.rdp), especificado entre as aspas.
/restrictedAdmin Conecta-se no modo de administração remota restrita. Nesse modo, as credenciais não serão enviadas ao computador ou servidor remoto, o que pode protegê-lo caso esteja se conectando a um computador comprometido. Adicionalmente, este procedimento pode afetar a funcionalidade de aplicativos e a compatibilidade. Precisa ser usado em conjunto com /admin.
/migrate Migra os arquivos de conexão antigos, criados com o Connection Manager de computadores clientes, para os novos arquivos .rdp.
/prompt Solicita as credenciais apenas após a conexão ser estabelecida.
/shadow:junior Especifica que deseja espelhar a sessão chamada junior.
/control Permite o controle da sessão remota.
/noConsentPrompt Permite que uma sessão seja espelhada, sem que seja solicitado o consentimento do outro usuário.
/? Lista estes parâmetros

MVP 9.0!!!

Queridos amigos, hoje fui reconhecido, pela Microsoft um dos Profissionais mais valiosos (MVP) pelo 9º ano consecutivo. Isso me deixa MUITO feliz, mas eu não teria conseguido sem a ajuda de diversos amigos, que postaram dúvidas em fóruns, assistiram minhas palestras, dividiram o palco de palestras comigo e solicitaram minhas palestras. Esse reconhecimento é de todos nós!

 

Livros Grátis – 26/06/2013

Amigos, mais uma coleção de eBooks da Microsoft de graça. Aproveitem!

Office & Office 365

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Deployment guide for Office 2013
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Microsoft Office 365 for professionals and small businesses: Help and How To
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SharePoint

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Explore SharePoint 2013
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Deployment guide for SharePoint 2013
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Test Lab Guide: eBook for SharePoint Server 2013 Intranet and Team Sites
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DOC
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Create a Balanced Scorecard (SharePoint Server 2010)
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SharePoint Server for Business Intelligence
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SQL Server

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5 Tips for a Smooth SSIS Upgrade to SQL Server 2012
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A Hitchiker’s Guide to Microsoft StreamInsight Queries
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Data Mining Extensions (DMX) Reference
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Data Quality Services 
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High Availability Solutions
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Master Data Services
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Monitor and Tune for Performance
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Multidimensional Expressions (MDX) Reference
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SQL Server Distributed Replay
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Transact-SQL Data Definition Language (DDL) Reference
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XQuery Language Reference
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Extracting and Loading SharePoint Data in SQL Server Integration Services
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Integration Services: Extending Packages with Scripting
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Multidimensional Model Programming
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Optimized Bulk Loading of Data into Oracle
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Planning Disaster Recovery for Microsoft SQL Server Reporting Services in SharePoint Integrated Mode
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SQL Server 2012 Tutorials: Reporting Services
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SQL Server 2012 Tutorials: Writing Transact-SQL Statements
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SQL Server Community FAQs Manual
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System Center

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Cmdlet Reference for App Controller in System Center 2012 SP1
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Technical Documentation for System Center 2012 – Virtual Machine Manager
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Visual Studio

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Better Unit Testing with Microsoft Fakes
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Dependency Injection with Unity
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Developer’s Guide to Microsoft Enterprise Library (Second Edition)
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Testing for Continuous Delivery with Visual Studio 2012
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Upgrade Team Foundation Server 2012: the ultimate upgrade guide
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Web Development

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ASP.NET Multi-Tier Windows Azure Application Using Storage Tables, Queues, and Blobs
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ASP.NET Web Deployment using Visual Studio
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Developing Modern Mobile Web Apps
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The Entity Framework 4.0 and ASP.NET Web Forms – Getting Started
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Getting Started with the Entity Framework 4.1 using ASP.NET MVC
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Project Silk: Client-Side Web Development for Modern Browsers
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Windows

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Administrator’s Guide for Microsoft Application Virtualization (App-V) 5.0
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Administrator’s Guide for Microsoft BitLocker Administration and Monitoring 1.0
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Administrator’s Guide for Microsoft Diagnostics and Recovery Toolset (DaRT) 7
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Administrator’s Guide for Microsoft Diagnostics and Recovery Toolset (DaRT) 8.0
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Administrator’s Guide for Microsoft User Experience Virtualization (UE-V) 1.0
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Developing an end-to-end Windows Store app using C++ and XAML: Hilo
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Developing an end-to-end Windows Store app using JavaScript: Hilo
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Prism for the Windows Runtime: Developing a Windows Store business app using C#, XAML, and Prism
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Programming Windows 8 Apps with HTML, CSS, and JavaScript
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Windows Azure

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Autoscaling Application Block and Transient Fault Handling Application Block Reference
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Create Your First Application: Node.js and Windows Azure
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Developing Multi-tenant Applications for the Cloud on Windows Azure (3rd Edition)
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Drupal on Windows Azure
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Exploring CQRS and Event Sourcing: A journey into high scalability, availability, and maintainability with Windows Azure
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Migrating Data-Centric Applications to Windows Azure
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Moving Applications to the Cloud on Windows Azure (3rd Edition)
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Using Windows Azure Mobile Services to Cloud-Enable your iOS Apps
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Using Windows Azure Mobile Services to Cloud-Enable Your Windows Phone 8 Apps
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Using Windows Azure Mobile Services to Cloud-Enable your Windows Store Apps in C#
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Using Windows Azure Mobile Services to Cloud-Enable Your Windows Store Apps in JavaScript
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Windows Azure and SQL Database Tutorials
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Windows Server

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A Guide to Claims-Based Identity and Access Control, Second Edition
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Introducing Windows Server 2012
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TCP/IP Fundamentals for Microsoft Windows
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Migrando do SBS 2003 para o Essentials 2012

 Se você estiver usando um SBS 2003 SP2, sem o R2 e for tentar efetuar a migração, ao executar a ferramenta de migração, receberá uma mensagem de erro que o Serviço de Replicação DFS não está em execução.

Ocorre que este serviço só foi implementado no R2, portanto nem poderia estar sendo executado em seu sistema, mas com este erro a migração não irá adiante.

Isso significa que não dá para migrar? Não, apenas significa que precisará executar umas alterações antes de migrar.

Aqui está o passo-a-passo extraído de: http://social.technet.microsoft.com/Forums/en-US/winserveressentials/thread/a8781760-5c99-4db6-a130-1a4930675eb9

  • Abra o arquivo SBSMigrationPrep.ps1 localizado em C:\Documents and Settings\All Users\Application Data\Microsoft\Microsoft Baseline Configuration Analyzer\Models\SBSMigrationPrep no Bloco de Notas; 
  • Encontre DFSR;
  • Você terá uma função com o seguinte texto:
    function Check-DFSReplicationServiceStatus()
    {
        $service = Get-Service -Name ‘DFSR’
        $status = $service.Status
    @”
    < DFSReplicationServiceStatusSection>
        <DFSReplicationServiceStatus>$status</DFSReplicationServiceStatus>
    < /DFSReplicationServiceStatusSection>
    “@
    }
  • Em $service = Get-Service -Name ‘DFSR’ altere de DFSR para DFS;
  • Execute novamente a ferramenta de migração e ela funcionará sem erros, desta vez!

Fim do suporte para Windows XP e Office 2003

Amigos, em 8 de Abril de 2014 acaba o suporte, portanto é hora de pensar na migração…

Em 2002 a Microsoft introduziu sua Política de Ciclo de Vida de Suporte desenvolvida a partir de comentários e sugestões de clientes, em busca de maior transparência e previsibilidade das opções de suporte dos produtos Microsoft. De acordo com esta política, os produtos da linha Microsoft Business and Developer, incluindo o Windows e o Office, recebem um tempo máximo de 10 anos de suporte (5 anos de Suporte Base e 5 anos de Suporte Estendido), no nível de Service Pack suportado.

Mas mais do que fornecer suporte, agregar valor à TI requer inovação. Muitos usuários hoje esperam capacidades de computação que eram inimagináveis em 2001. O acesso de qualquer lugar em múltiplos dispositivos, redes sociais abrangentes e computação em nuvem são apenas alguns exemplos das mudanças ocorridas nos últimos 10 anos.

O Windows 7 e o Office 2010 são as versões com as maiores taxas de vendas da história pois foram construídos do zero para atender a estes e outros requisitos modernos. Dito isso, daremos início a finalização do suporte para o Windows XP e Office 2003, com o prazo máximo para 8 de Abril de 2014, oferecendo a nossos clientes mais de 12 anos de suporte do Windows XP e 10 anos de suporte do Office 2003, prazos máximos de suporte já disponibilizados ao mercado.

Para saber mais sobre nossa Política de Ciclo de Vida de Suporte Microsoft visite o site da Política de Ciclo de Vida de Suporte Microsoft ou leia as Perguntas Frequentes sobre o Ciclo de Vida de Suporte

O que o fim do suporte representa para os clientes?

Significa que você deve agir. Após 8 de Abril de 2014, não estarão mais disponíveis atualizações de segurança, hotfixes não relacionados a segurança, opções pagas e gratuitas de suporte direto ou atualizações de conteúdos técnicos online (Obs: os conteúdos online existentes ficarão disponíveis durante a fase de Suporte Online de Auto Ajuda

Quais são as opções dos clientes após 8 de Abril de 2014?

Atualize-se com o Windows 7/8 e Office 2010. Esta opção é sem dúvida a melhor para manter sua base com suporte. Ela torna mais fácil para você obter os benefícios de se movimentar para a nuvem com o Office 365 e Windows Intune. Ela oferece mais flexibilidade para dar aos seus funcionários a capacidade de serem mais produtivos, enquanto aumenta a eficiência operacional com computadores mais seguros e gerenciáveis. Para saber mais sobre estas possibilidades visite o site de Ambiente de Trabalho Moderno e Flexível

Executar softwares sem suporte após 8 de Abril de 2014 Você deve estar ciente dos riscos. Executar software sem suporte significa que você não receberá nenhum suporte público da Microsoft, incluindo novas atualizações de segurança e hotfixes não relacionados a segurança. Isso pode resultar em ataques que colocarão seu negócio e as informações de seus clientes em risco e limitarão suas capacidades de obter o melhor de seus investimentos em TI. Será muito mais difícil de atualizar outros softwares importantes.

Um relatório recente do segmento, publicado pela Gartner Research, sugere que “muitos fabricantes independentes de software (ISVs) provavelmente não suportarão novas versões de aplicações rodando no Windows XP em 2011; já em 2012 isso será o mais comum”. E isso também dificulta o acesso a inovações de hardware: a Gartner Research cita que em 2012, muitos fabricantes de computadores encerrarão o suporte ao Windows XP na maioria dos seus modelos de computadores. Veja o artigo Criando um Cronograma de Implantação do Windows 7 e de Descontinuidade do Windows XP SP3, Junho de 2011

Como a Microsoft ajudará seus clientes?

A Microsoft oferece para grandes organizações recursos técnicos detalhados, além de ferramentas e orientações de especialistas que facilitam a implantação e o gerenciamento do Windows 7, Internet Explorer 9 e Office 2010. Para saber mais sobre os programas de implantação e migração entre em contato com seu gerente de contas da Microsoft ou o seu Parceiro Certificado Microsoft. Para saber como fazer um piloto e migrar você mesmo para uma estação de trabalho moderna, utilize as ferramentas de implantação da Microsoft abaixo e visite a seção de Windows no TechNet

Comece aqui:
Entendendo as Ferramentas de Implantação do Windows 7
Windows Automated Installation Kit (AIK)
Download
Guia Passo a Passo
Tutorial
Prova de Conceito de Estações de Trabalho – Jumpstart kit
Download
Guia Passo a Passo

Clique aqui e acesse uma ferramenta online que calculará o retorno que sua empresa poderá ter com a adoção do Windows 7:https://roianalyst.alinean.com/msft/AutoLogin.do?d=202102636954012893
Leia também o artigo do IDC: Porque permanecer no Windows XP não é uma boa idéia: http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=29883