Yearly Archives: 2010

2010.Dispose(); Year 2011 = new Year(“Salud”,”Exito”);

Mientras más edad tengo más rápido siento que pasa el tiempo y la única sensación que llega a mi alma es la de vivir consiente cada momento. Gracias a los que nunca envejecen y nuevos amigos que durante este año con su carácter, comprensión y amabilidad compartimos tantas luchas. Salud, exito y paz para todos en el 2011.

Reciban un fuerte abrazo de mi parte.

Haaron Gonzalez

Nuestros mejores deseos para este 2011

Pues eso, que disfrutéis de una buena cena en compañía de vuestros seres más queridos y que empecemos renovados caminos con la ilusión de compartir destinos, viajes y experiencias.


Cuidado con las uvas, que son traidoras cuando se toman de 12 en 12.
Un abrazo a todos y os espero dentro de unas horas,
Pep Lluis,


 

Empezando con Seguridad – Gira Up To Secure 2011- Barcelona

No dejes escapar la oportunidad de reunirte con los mejores expertos en seguridad, en su clásica gira anual por mas de nueve ciudades “o sea 10” :-)

puedes consultar el calendario, pero en concreto los tendremos en BCN el próximo 13 de Enero.

https://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032473171&Culture=es-ES

 

Que mejor ocasión para retomar nuestras conversaciones de nuevo? Nos vemos allí!
Pep Lluis,

Directivas de grupo 2008 R2, cómo: Establecer la ruta de los perfiles móviles.

 


En Windows Server 2003 venía utilizando la ficha del usuario para establecerle la ruta del perfil móvil. Abría la consola de usuarios y equipos de AD y lo configuraba a cada uno de ellos.


rutaperfil2003


Es lo que había. Ya que en las posibilidades de directiva de grupo respecto a perfiles de usuario no disponíamos de alternativa.


rutasperfil2003-02


Ahora también tenemos en la ficha del usuario dicha posibilidad:


rutasperfil2008-04


Pero, nos encontramos con que en Configuración de EquipoDirectivasPlantillas AdministrativasSistemaPerfiles de usuario…


rutasperfil2008-01


Podemos establecer tal condición para que afecte al contenedor de AD que queramos.


rutasperfil2008-03


Esta opción es a nivel de equipo, ojo por tanto con los portátiles y las conexiones desde sitios remotos. Una estructura de OU’s que separen los escritorios de los portátiles sería lo deseable.


También a tener en cuenta que los equipos deben ser al menos Windows Vista o superior.

welcome 2011

Dear Readers,

Wishing you all very happy and prosperous new year, may the new day bring you joy and happiness

Muy feliz 2011

Hola a todos! Simplemente quería desearles un feliz y próspero 2011! Les prometo que este año voy a retomar la escritura de posts . Pásenla lindo, cuídense. Pablo. Related posts:Surface será utilizado por AT&T Una nota en el diario Infobae informa que AT&T comenzará… Y nos vamos al TechEd en Brasil Gente, Bueno, simplemente comentarles […]


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What I would like changed about Reporting Services. What would you like changed?

I recently asked a few questions about some features I was surprised weren’t in reporting services. The response I got from the team was,”raise them in connect and get them voted for”. So thats what I’ve done. Here is a list of the items I’ve raised as…(read more)

Use Windows 7′s Display Color Calibration to Optimize Your Display [How To]

As all screens are not created equal, which is why Microsoft have bundled a display color calibration tool with Windows 7. This tool is easy to use and this guide serves as a checklist for using it. You should use this tool if: You’ve not calibrated your screen yet. You’ve changed monitors (even if it […]

Use Windows 7′s Display Color Calibration to Optimize Your Display [How To]

As all screens are not created equal, which is why Microsoft have bundled a display color calibration tool with Windows 7. This tool is easy to use and this guide serves as a checklist for using it. You should use this tool if: You’ve not calibrated your screen yet. You’ve changed monitors (even if it […]

System Center: Base de dados Local ou Remota?

Aproveitando este clima de fim de ano, pouco tempo para dedicar ao blog, eu quero compartilhar com você uma resposta para uma pergunta muito frequente:


 


 

Para a instalação do SCCM/SCOM qual a melhor situação? Ter o SQL instalado na máquina onde está rodando o serviço ou ter um servidor SQL na rede para armazenar as bases dos produtos?

 


 


Essa foi um pergunta é excelente, pois muitas pessoas questionam este mesmo ponto, é sempre algo que gera dúvidas, e também algo que infelizmente não tem apenas uma resposta, porque a quantidade de variáveis é tanta que só um bom planejamento nos dirá se a base para cada produto deve ser instalada localmente ou não. Mas podemos levantar algumas informações para tomar esta decisão, que são:


 


·         Devemos partir do princípio que independente de qualquer recomendação ou melhor prática, se queremos manter o SQL Server localmente precisamos considerar os recursos de hardware do servidor que irá receber tanto a solução System Center (algum produto) quanto o próprio SQL. Digamos que pelo planejamento feito o meu SCCM/SCOM/etc requer 4GB de RAM, e eu quero dedicar mais 4GB de RAM para o SQL, logo o servidor deverá ter no mínimo 8GB de RAM, sem contar o Sistema Operacional, e também discos para trabalharmos com RAID 0, 1, 10 e etc, separando a instalação do Windows, do SCOM/SCCM, do SQL e os Logs e Dados.


 


·         Dependendo da quantidade de recursos gerenciados (SCCM) ou monitorados (SCOM) por padrão já não devemos utilizar uma base local, então aqui conta muito mais a quantidade de computadores no ambiente do que apenas recursos de hardware no servidor, é importante considerar também crescimento.


 


·         Antigamente no SMS se sugeria como melhor prática manter a base de dados localmente em cada site Primário, já no SCCM a intensidade de processos na base aumentou bastante e agora se recomenda colocar a base remotamente em um servidor que tenha uma conexão de alta velocidade (LAN) com o site primário. Porém caímos novamente no bom planejamento, eu, poucas vezes coloquei a base de dados do SCCM em servidor remoto, tudo depende muito da quantidade de computadores gerenciados. Já com o SCOM a recomendação é muito forte pela alocação da base remotamente, pois o RMS já estará totalmente ocupado com as informações de monitoração, porém é sugerido também que se a base for remota que não seja compartilhada com alguma outra base, pois pode comprometer o desempenho da outra aplicação, base local no SCOM é para ambientes pequenos, e sem a ACS local, nunca fazer isso.


 


·         Algo importante que devemos considerar também, e já encontrei em alguns clientes, é o fato de que a equipe que cuida de Windows não é a mesma que cuida de banco, logo havia a necessidade inicial de colocar a base remota, ou seja, em algumas empresas a política será separar sempre a base da solução.


 


Imagine que você esteja trabalhando com o SCCM em uma configuração de Client Agents para comunicação em curto período de tempo? (o padrão é de 60 minutos para uma semana), isso vai com certeza necessitar de mais recursos do servidor, o que poderá ser um bom candidato para uma base remota. O mesmo vale para o SCOM que devemos considerar a quantidade de Management Packs e o tempo de comunicação para as regras, monitores e execução de Discovery. Sendo assim, não há uma resposta direta para a pergunta, porém o que aprendemos aqui é que devemos considerar:


 


1.    Recursos de hardware do servidor


2.    Quantidade de computadores envolvidos


3.    Intensidade de gerenciamento/monitoração dos recursos


 


E você, o que acha? Como está o ambiente de SC na sua empresa?


 


Obrigado pela leitura e até a próxima publicação,


Abraços.


 


Cleber Marques


Microsoft MVP & MCT | Charter Member: SCVMM & MDOP
Projeto MOF Brasil: Simplificando o Gerenciamento de Serviços de TI
Meu Blog | MOF.com.br | CleberMarques.com | CanalSystemCenter.com.br

Windows Phone 7 : Allez-vous l’adopter ?


Pat842Hello,


Habituellement, je poste des articles liés à l’utilisation de tel ou tel produit système Windows, Office
Sortant un peu des clous, je me transforme en avocat de l’éditeur tant je suis absolument satisfait de mon Windows Phone.


Certes, le produit est un peu trop verrouillé à mon gout… Mais l’iPhone ne l’est-il pas également ?
Entre verrouillé total et laxisme caractérisé, il y a un juste milieu que l’éditeur et ses partenaires devraient déterminer dans l’intérêt des utilisateurs; tout simplement parce qu’un utilisateur satisfait est un utilisateur qui le fait savoir autour de lui…
Personnellement cette interface verrouillée est un gage de fiabilité et de sécurité. Si Microsoft se charge de ma sécurité alors, pourquoi pas !


Certes, certaines lacunes existent comme le copier-coller… C’est rageant250x250_Office-Academic pour les chaines de caractères redondantes. Mais il y a également les touches de navigation horizontales : oubli d’un caractère et vous êtes pratiquement obligé de tout effacer…


Cependant, dès la sortie du produit en octobre dernier, Microsoft n’a jamais caché une première mise à jour du système d’exploitation en janvier 2011. Il s’agira en fait d’une importante mise à jour que Microsoft poussera lui-même depuis ses serveurs.


J’estime qu’il est nécessaire de préciser tout cela car, dans mon entourage (et surement le vôtre) de nombreux acheteurs potentiels retardent leur achat en attendant de voir ce qui va se passer.


Nous en avons une idée au travers de “petites informations” trouvées ça et là sur le net et… entendues là, dans le creux de l’oreille. Car, c’est une évidence, au chapitre des informations, Microsoft n’est pas toujours très bavard Clignement d'œil !


Donc, la prochaine mise à jour devrait apporter son lot de nouveautés qui viendront certainement contenter les premiers acheteurs et rassurer les futurs. Elle permettra surtout à Microsoft de propulser son nouveau-né au niveau de ses concurrents.
- Fonctionnalité de copier-coller (comme sur Windows Mobile 2003… non mais ! ),
- Prise en charge du multi-tâche,
- Compatibilité avec les sonneries du marché,
- Mise à disposition d’un logiciel GRATUIT de navigation et de guidage vocal avec Bing,
- Et bien entendu, quelques “petits oublis techniques” comme sur les connexions réseaux ou tout simplement bloquer les appels téléphoniques indésirables, pourquoi pas.


La mise à jour en T4-2011 ou T1-2012 devrait être bouleversante en terme300x250_Deploiement-Windows-7 de nouveautés et apporter :
- plus de possibilités en terme de personnalisation,
- HTML 5 et le runtime de Silverlight,
- un multi-tâches encore plus poussé,
- et encore plein de choses intéressantes…


Un produit vivant est un produit qui se démarque de la concurrence qui, faut-il le rappeler, se copie les fonctionnalités. L’interface à la mode iPhone n’est-elle pas retrouvée chez les autres constructeurs… parce que ça marche ?


Microsoft a écoulé 1,5 million d’unités en 6 semaines; ce qui en dit long sur l’accueil que lui a réservé le marché. Bien que la concurrence ne soit pas en reste d’innovations, lorsque Microsoft le veut, l’éditeur se hisse en haut du podium avec de nombreux produits (après Windows 7, Visual Studio 2010 sans oublier SharePoint 2010, il le montre encore une fois avec IE9).


En attendant les innovations de Windows Phone 8, on s’aperçoit que Windows Phone 7 est déjà, en lui-même, un produit innovant possédant une interface claire, d’une étonnante fluidité et, que l’acheteur indécis ne devrait plus douter de son choix Clignement d'œil.


Bonne soirée.
Patrice.                        facebook


Visual Studio–Ventana de Variables Locales

respondiendo a la pregunta : “No encuentro como activar la pantalla de variables locales.”

En la ventana de variables locales podemos hacer un seguimiento de las variables y sus valores en tiempo de depuración, por lo tanto su icono no aparece cuando estamos editando. Una vez entremos en modo ‘debug’ podremos invocarla pulsando la siguiente secuencia de “teclas de acceso rápido” : CTRL+ALT+V y a continuación L … sencillo verdad. Aunque a menudo nos parece imposible cuando no encontramos lo que buscamos.

Si te fijas [V] de ventana y [L] de locales, en verdad una buena formula para no olvidar estas secuencias.
Feliz Año nuevo!
Pep Lluis,

Get a $99 rebate if you develop 2 WP7 apps

app_hub_logo

It seems that US developers are in for a new years treat. According to the App Hub site, if you develop and publish successfully two Windows Phone 7 games or apps you will be eligible for a $99 rebate which represents your annual subscription cost.

Not bad, right? But how about for developers living outside the US?

Debugging Windows Azure Application with IntelliTrace

  Microsoft introduced IntelliTrace in the Visual Studio 2010 Ultimate Edition, and was previously called Historical Debugger, since it provides a way to debug historical data, because it provides a way to save information needed to provide a Debugging capabilities even if we aren’t using live code, or capable to reproduce a specific behavior.

   This capability is very important when we use it locally on our machines, but when we look at the Cloud where we don’t know what’s really happening this is much more important, and so this is how we can use IntelliTrace to Debug Windows Azure Roles.

1. Publish our Cloud Service and define that it should have IntelliTrace enabled.

PublishingWithIntelliTrace

2. After that, we should specify exactly what we want to be logged by IntelliTrace so we can analyze it afterwards.

ChooseIntelliTraceSettings

     3. Now select the elements you need.

IntelliTraceGeneralSettings

      • “IntelliTrace events only” and “IntelliTrace events and call Information” this defines exactly what you need in terms of information, if only the events are enough or if you need to have the call stack and variable values and so on.

4. Select which modules to Log

IntelliTraceModuleSettings

5. Select which processes to log

IntelliTraceProcessesSettings

6. Select the Events we would like to be logged and used by IntelliTrace

IntelliTraceIntelliTraceEventsSettings

7. Select the maximum amount of disk space that can be used by IntelliTrace

IntelliTraceIntelliTraceAdvancedSettings

8. Now that all settings is in place just publish it

PublishWithIntelliTrace

  Now just wait for it to be published

Publishing

  Now that it’s already published and running let’s analyze the IntelliTrace Logs

1. Open the Server Explorer and check that you have the recently installed environment with IntelliTrace

ServerExplorer

2. Now select an instance and right-click on it and select the View IntelliTrace Logs option

ViewIntelliTraceOption

3. Now just wait for the Logs to be downloaded

IntelliTraceLogsDownload

4. When the logs are downloaded you’ll get a summary of your IntelliTrace logs like this

IntelliTraceSummary

    • This IntelliTrace summary has information about:
      • Threads that are being used
      • Exception Data list
      • System Information
      • Modules Loaded

5. Now just select the Start Debugging button to start using IntelliTrace

StartDebugging

6. Don’t for forget to show IntelliTrace windows for Events and Calls

OpenIntelliTraceWindows

 

Hope this helps you to know better what’s happening with your Windows Azure Cloud Services.

Windows Server 2008 R2: DNS&IPv6

La resolución de nombres es un componente clave en la implementación de cualquier sistema operativo de red. La capacidad de cualquier recurso para localizar a otro recurso es la pieza central de una red funcional. Así pues, la estrategia de resolución de nombres elegida para el sistema operativo de red concreto debe ser robusto y fiable, mejor si cumple con los estandares de la industria.

Windows Server 2008 R2 utiliza DNS (Domain Name System) como el primer método de resolución de nombres y por tanto es un componente vital para cualquier implementación de Directorio ACtivo (AD). La implementación de DNS para W2008R2 se diseñó cumpliendo con las RFCs que definen la naturaleza del funcionamiento de DNS. Esto lo hace particularmente beneficioso para las implementaciones existentes de red y que le permitirá a W2008R2 además, interactuar con otros tipos de implementaciones de DNS que cumplan con las RFC.

IPv6 está ganando rápidamente atención en el mundo de IT, y es una caraterística integral de W2008R2. W2008R2 es compatible totalmente con IPv4 en roles como DNS, DHCP e IIS. W2008R2 incluye características adicionales como la zona GlobalNames para ser compatible con los nombres de etiqueta-simple con IPv6.

Pero veamos los componentes de DNS en general y la parte específica de su implementación en W2008R2.

¿Por qué necesitamos DNS?

Los humanos y los ordenadores conceptualizan drásticamente de formas diferentes, vulgarmente, nosotros nos va más las letras que los números. Es más fácil recordar el nombre que el número que pudiera tener asociado. En cambio las máquinas trabajan en binario y consecuentemente prefieren los números.

La resolución de nombres para sistemas de ordenadores trabajan de forma similar. Un nombre familiar es trasladado a un número. TCP(IP usa un esquema númerico que sirve para identificar de forma única a cada equipo dentro de una red mediante una serie de números, como 192.168.1.1, lo que se conoce como dirección IP. Los humanos normalmente no se interesan por recordar las series de números, para ellos es mucho más fácil recordar nombres como www.valenciacf.es.

DNS, en su forma simple, proporciona para resolución de nombres de una manera distribuida, con cada servidor o conjunto de servidores controlando una zona específica y con entradas por cada recurso (denominado Registro de Recurso RR) que indica la ubicación de un objeto en particular.

Una buena analogía es cualquiera de nuestras agendas telefónicas, separados por espacios de nombres: amigos, familia, trabajo… tenemos las zonas donde se tienen listas (RR) que indican el nombre de la gente y su número de teléfono(IP). Esto es, con la mayor simplicidad, el principio básico de DNS. Una vez lo tengamos claro veremos que profundizar en los detalles, especialmente con respecto a W2008R2, es posible.

La zona delimitada definida por el nombre DNS se conoce como espacio de nombres DNS. Juansa.net es un espacio de nombres, como lo es ventas.companyia.com. Los espacios de nombres pueden ser privados o públicos. Los publicos están al alcance de todos en Internet y están definidos por un conjunto de estandares. Todos los .com .net .org, etc… son espacios de nombres externos o públicos. Un espacio de nombres interno no está al alcance desde internet, y tampoco está restringido por la extendión del nombre, o sea, un espacio interno y no publicado puede tener cualquier nombre como espacio de nombres, juansa.local, juansa.interno, companyia.titulada. Estos espacios de nombre se utilizan con mayor frecuencia en Active Directory ya que te dan seguridad adicional sobre el espacio de nombres y como no están publicados, no se puede acceder a ellos directamente desde internet.

DNS en W2008R2

Si podemos virtualizar un entorno de pruebas para aprender sobre ello mejor.

DNS desde el asistente de Roles.

Aunque existen varias formas para instalar y configurar DNS, la más directa y completa se nos da de la mano del asistente de Agregar Roles y con él el asistente de configuración de Servidor DNS. Una instalación puede tener múltiples variaciones, pero vamos a ver la instalación básica, con una zona estándar.

Importante: Los servidores DNS han de configurarse con una dirección IP estática IPv4, ya que si ésta fuese variable podría darse el caso que los clientes fueran incapaces de contactar con éllos.

  1. Abrimos Administrador del servidor.
    dns01
  2. Seleccionamos el nodo de Roles y pulsamos en el enlace Agregar Roles.
    dns02
  3. Pulsamos Siguiente en la pantalla de Antes de comenzar.
    dns03
  4. Marcamos la casilla de Servidor DNS y pulsamos en Siguiente.
    dns04
  5. Pulsamos Siguiente en la página introductoria.
    dns05
  6. Le damos al botón Instalar en la página de confirmación. 
    dns06
  7. El sistema procede a la instalación.
    dns07
  8. Cuando finaliza le damos al botón Cerrar de la página de Resultados.
    dns08
  9. En la consola de Administración del Servidor aparece el Role.
    dns09

Bien, tenemos instalado el Role de DNS pero no lo hemos configurado, para ello:

  1. Abrimos la consola de Administración del servidor.
  2. Expandimos los Roles, seleccionamos Servidor DNS, DNS, clic derecho en el servidor, pinchamos en Configurar un servidor DNS…
    dnsconfig01
  3. En la página inicial del asistente le damos a Siguiente.
    dnsconfig02
  4. Seleccionamos la opción deseada, la normal es la marcada en la imagen.
    dnsconfig03
  5. Escogemos Sí, crear una zona de búsqueda directa ahora(recomendado).
    dnsconfig04
  6. El tipo de zona, aquí es la principal y la queremos almacenar en AD, puesto que el servidor es grabable.
    dnsconfig05
  7. Elegimos el ámbito de replicación: todos los servidores DNS del dominio.
    dnsconfig06
  8. Nombre de la zona.
    dnsconfig07
  9. Como se actualizarán los registros.
    dnsconfig08
  10. Sí queremos crear una zona inversa ahora.
    dnsconfig09
  11. Al igual que con la zona directa, elegimos el tipo de zona.
    dnsconfig10
  12. El ámbito de replicación para la zona.
    dnsconfig11
  13. Qué tipo de zona, elegimos IPv4.
    dnsconfig12
  14. Introducimos el ID de red.
    dnsconfig13
  15. Como se actualizarán los registros.
    dnsconfig14
  16. Configuraremos los Reenviadores.
    dnsconfig15
  17. Un resumen antes de darle a finalizar.
    dnsconfig16
  18. En nuestro DNS ya aparecen las zonas creadas.
    dnsconfig17

Feliz Año, Bon Any, Happy New Year!

COM Automatic Initialization and Cleanup (and Text to Speech…)

Suppose we have some COM code where instances of CComPtr are used to conveniently wrap COM interface pointers:


{

    HRESULT hr = CoInitialize(NULL);

    // check return value…

 

    CComPtr<ISomeInterfacesp1;

    CComPtr<IAnotherInterfacesp2;

    …

    // Do something with interface pointers

    …

    CoUninitialize();

}


 


This code hides a subtle bug: the problem is that CoUninitialize is called before the CComPtr destructors. Instead, correct logic requires that CoUninitialize must be called after every COM interface pointer is released (in its own wrapping CComPtr destructor).


Actually, there is also a problem of exception safety here. In fact, if some exception is thrown in the middle of the code block, the call to CoUninitialize is missed.


To correct both these problems, it is possible to define a C++ class following the RAII pattern. The constructor of this class will call CoInitialize, and throw an exception if initialization failed. The class destructor will call CoUninitialize; so every successful call to CoInitialize will have a matching call to CoUninitialize, as prescribed by COM programming rules.


Moreover, assuming that instances of this class are created (on the stack) before instances of CComPtr (or other COM smart pointers), CoUninitialize will be the last call, after every CComPtr destructor is called:


{

    // COM automatic initialization and cleanup

    CComAutoInit comInit;

 

    CComPtr<ISomeInterfacesp1;

    CComPtr<IAnotherInterfacesp2;

    …

    // Do something with interface pointers

    …

}

 


The complete listing of this custom CComAutoInit class is attached to this blog post. There are some additional details, like having defined private copy constructor and operator=, to ban deep-copy semantic for this class.


Moreover, there is an (explicit) overload of CComAutoInit constructor which takes a DWORD parameter corresponding to the dwCoInit parameter of CoInitializeEx.


A working sample showing how to use this CComAutoInit class is attached to this blog post as well. It is basically a C++ command line app that “speaks” the arguments passed to it. (A slightly more complex GUI dialog-based MFC text-speaker app can be found on MSDN Code Gallery, too.)


 

Microsoft Security Essentials… V2


Bonsoir tous,


Microsoft livre la deuxième version de son logiciel anti-malware gratuit avec désormais l’analyse heuristique.


Une solution gratuite pour les particuliers et pour les entreprises avec moins de 10 PC équipés de Windows. La copie installée de Windows doit être reconnue authentique.


Lors de la phase bêta de MSE 2.0, Microsoft avait annoncé plusieurs250x250_Webcast-Techdays-2010 nouveautés :


  • Nouveau moteur de protection avec amélioration des performances de détection et de nettoyage
  • Possibilité d’activer ou désactiver le pare-feu Windows durant le processus d’installation
  • Intégration de MSE avec Internet Explorer pour fournir une protection contre les menaces Web
  • Protection contre les exploits basés sur le réseau
    Non effectif pour Windows XP.

Pour la protection en temps réel, une analyse comportementale ( heuristique ) a fait son apparition aux côtés du système d’inspection réseau. Via l’analyse planifiée, il est possible de limiter l’utilisation du processeur à un certain pourcentage pendant l’analyse. Dans les paramètres avancés, une option permet de supprimer les fichiers mis en quarantaine au bout d’un certain laps de temps.


Attention au faux :
Microsoft émet une alerte au sujet d’un faux antivirus dont le nom peut prêter à confusion avec sa propre solution gratuite :
Microsoft Security Essentials.


Entre Microsoft Security Essentials et Security Essentials 2010, Microsoft voit une identité patronymique similaire pour leurrer les utilisateurs Windows. Si le premier est parfaitement légitime, le deuxième est en effet un faux.


MSE-2Security Essentials 2010 est catalogué par Microsoft en tant que cheval de Troie Fakeinit. De type téléchargeur, il installe un faux composant d’analyse antivirus et surveille les processus en cours d’exécution. Il prend alors un processus pour cible et tente de l’arrêter en prétextant une infection.
Parmi les autres joyeusetés,
Fakeinit porte atteinte à un certain nombre de paramètres de sécurité configurés dans la base de registre et modifie le fond d’écran pour afficher un message des plus anxiogènes : ” Votre système est infecté ! “


Pour Microsoft, cette imitation de son antivirus gratuit était quasiment inévitable. C’est une vieille ruse de cybercriminels. David Wood de Microsoft s’étonne même que cela ait pris autant de temps.
La version finale de
Microsoft Security Essentials a été livrée en septembre 2009. À destination des particuliers, MSE protège le PC en temps réel contre les virus, logiciels espions et autres malwares avec une spécialisation pour les vers et chevaux de Troie… Fakeinit est ainsi détecté.
MSE peut être installé sur les systèmes d’exploitation Windows XP SP2/3, Windows Vista et
Windows 7, versions 32 et 64 bits. Une condition sine qua non : la copie de Windows doit être authentique.


Me concernant, je l’avais déjà adopté depuis sa première publication; la seconde version est déjà installée Clignement d'œil !


Bonne soirée.
Patrice.  
facebook


(Source pour parties : ZDNet)


 


A simple 2D matrix class

There is a recurring question on some C++ forums about nesting std::vector’s to build a 2D matrix, i.e.:


    std::vector< std::vector<double> > someMatrix;

 


This is not very efficient, both memory-wise and speed-wise.


In fact, each vector has an overhead due to the fact that it typically stores three pointers. So, e.g. in case of a 20 rows by 30 columns matrix, assuming that inner vectors represent matrix rows, the overhead is 20 rows x 3 pointers/row = 60 pointers, i.e. 60 pointers x 4 bytes/pointer = 240 bytes.


But there is also a speed penalty. In fact, dynamic memory allocated by each vector is in general scattered on the heap; instead, it would be better for locality to have contiguous memory allocated for the whole matrix.


So, a better technique consists in using just one instance of std::vector, storing all matrix elements in this very instance, using a proper ordering for elements, e.g. storing matrix elements row-wise.


The total size of the vector is rows * columns, and given a 2D index (row, column) it can be “linearized” to point to proper vector element using the following formula:


<vector index> = <column index> + <row index> * <matrix columns>


These concepts are developed in a simple reusable C++ template class attached to this blog post. This is a simple class for simple needs (i.e. just storing 2D matrix elements in an efficient way and accessing them conveniently). For more advanced matrix classes, with template meta-programming optimizations, Blitz++ library can be considered.


 

Nouvelle arnaque sur l’opérateur FREE


Bonsoir à tous,

Une nouvelle arnaque sévit sur l’opérateur FREE.

Prétextant un remboursement illusoire, cette fois, il vous est demandé de cliquer sur un lien, d’entrer vos identifiants afin de vous créer tous les ennuis de fin d’années. (Serveur installé au Portugal).
Bien entendu, ce lien ne vous mène absolument pas sur un serveur Free qui ne procède pas ainsi pour vous rembourser…

image

C’est sûr, être trompé par un message pareil, cela ne peut pas nous arriver mais pourtant cela se produit plus que vous ne le pensez.

eMail à détruire sans se poser de question Clignement d'œil !!

Bonne soirée.
Patrice.   facebook

Diciembre, un mes ocupado para Exchange

Hola a todos! Diciembre es un mes importante para cerrar el año y ya que estamos, tenemos una serie de actualizaciones para Exchange 2007 y 2010. Update Rollup 2 for Exchange Server 2010 Service Pack 1 Update Rollup 2 for Exchange Server 2007 Service Pack 3 Update Rollup 5 for Exchange Server 2010 RTM Update […]


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